Kasper Bosmans assina o novo rótulo do Quetzal Arte Tinto

A nova edição do Quetzal Arte Tinto conta com um rótulo criado pelo artista belga Kasper Bosmans, que se inspirou no mural “Under the Moutain” para desenhar o rótulo desta nova colheita.

A primeira edição, lançada o ano passado, contou com a colaboração da artista Müge Yilmaz, autora de “A Deusa da Colheita”, obra que hoje “vive no coração da vinha” da Quinta do Quetzal. Já a edição que agora chega ao mercado, surge com o rótulo inspirado no mural que o artista belga Kasper Bosmans criou para esta produtora de vinhos.

Inserido na gama Arte, o Quetzal Arte Tinto 2022 “dá continuidade ao diálogo entre criação artística e vinícola que define a identidade da quinta do Quetzal”, refere a empresa. O projeto tem a curadoria de uma das proprietárias, Aveline de Bruin, sendo que cada rótulo “é inspirado em obras expostas na propriedade, convidando os visitantes a redescobrir essas peças através de uma nova forma de expressão”.

De acordo com Reto Jörg, administrador da Quinta do Quetzal, “cada vinho é uma interpretação distinta da Vidigueira, onde a frescura, a precisão e a estética se combinam para criar vinhos genuínos, elegantes e de carácter moderno”. Esta gama, prossegue, traduz o “reflexo do território através do olhar da arte — vinhos que se distinguem pela harmonia, subtileza e autenticidade com que revelam o Alentejo de hoje”.

Situada nas encostas da Serra do Mendro, a Quinta do Quetzal beneficia de um microclima privilegiado, com influência atlântica. Dias quentes e ensolarados, noites frescas e uma brisa que chega pelas colinas, permitem maturações lentas e equilibradas, preservando a acidez e realçando os aromas. Nesta vinha de altitude – entre os 100 e os 400 metros -, os solos de xisto, ricos em minerais, conferem aos vinhos frescura, mineralidade e uma delicada salinidade, características distintivas deste terroir na Vidigueira.

Produzido a partir das castas Alicante Bouschet, Alfrocheiro e Syrah, o Quetzal Arte Tinto 2022 “revela a expressão máxima deste terroir”. Segundo revela o enólogo José Portela, “as uvas foram colhidas em pequenas caixas, transportadas para a adega e arrefecidas. Depois de desengaçadas e esmagadas, a fermentação ocorreu em balseiro de carvalho francês, com quatro a cinco remontagens diárias de 15 minutos”. 

“Após a fermentação alcoólica” – prossegue – “o vinho estagiou 12 meses em barricas de carvalho americano, e francês de segunda utilização. Este é um vinho que tanto pode ser consumido logo após a compra, ou ser guardado até cinco anos em local fresco ao abrigo da luz”.

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