Segundo a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, o concurso «visa reforçar a capacidade científica e tecnológica regional, promovendo a investigação, a inovação e a transferência de conhecimento alinhadas com as necessidades das empresas e da sociedade».
São elegíveis, refere, projetos que contemplem investimentos em infraestruturas e equipamentos científicos, «incluindo equipamentos técnico-científicos, recursos digitais, arquivos e bases de dados científicas, sistemas computacionais e de programação que promovam o acesso aberto digital ao conhecimento».
O apoio enquadra-se na estratégia regional de especialização inteligente do Alentejo e procura fomentar projetos «que contribuam para o desenvolvimento dos domínios prioritários identificados pelo Conselho de Inovação da Região do Alentejo».
São 12 no total: bioenergia e valorização dos resíduos, produção sustentável e ambiente, economia circular, saúde, intervenção e inovação social e educacional, valorização do território e dos recursos endógenos, mobilidade e logística, turismo sustentável, digitalização da economia e das empresas, energias renováveis, agricultura sustentável e indústrias criativas e culturais.
Podem concorrer entidades não empresariais do sistema de investigação e inovação, «designadamente instituições de ensino superior, respetivos institutos e unidades de investigação e desenvolvimento».
De acordo com a CCDR do Alentejo, os projetos apoiados «deverão contribuir para a modernização e consolidação das capacidades científicas instaladas no Alentejo, reforçando simultaneamente a sustentabilidade dos investimentos através da integração de medidas de eficiência energética e de promoção da transição climática».










