O equipamento volta a receber leitores «como um espaço renovado, mais moderno e inovador, pensado para responder às novas necessidades culturais e de informação da comunidade», refere o Município de Odemira, segundo o qual a intervenção «reforça o papel da biblioteca enquanto espaço de conhecimento, aprendizagem, encontro e dinamização cultural ao serviço de todos».
O programa de reabertura abre com a leitura do texto «E também aqueles dias», de José Saramago, por Sónia Barradas, «num momento de homenagem ao escritor que dá nome ao equipamento municipal». A cerimónia contará com a presença da presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Río, e da atriz Maria do Céu Guerra.
Segue-se a performance «Desembarcamos?», uma criação de Nisa Eliziário e Mário Trigo, com produção do projeto teatral Hipérion, a inauguração da exposição «Substância – Arte e Psicanálise», de João Adolfo Nogueira, e uma estátua viva por Clown Enano.
Durante a tarde há ainda «espaço para a participação do público», através de uma oficina de estampagem com objetos, dinamizada por Emma-France Raff, e de «apresentações editoriais dedicadas aos mais novos e à valorização da memória local», indica a autarquia. Serão apresentados o livro infantil «Canta-me tudo: Quando a chuva voltar, é tempo de semear», por Inês Pereira, e a publicação «Histórias à Sombra do Montado» (n.º 4), com a presença do ilustrador Alain Corbel.
A celebração inclui também o «tradicional momento de soprar as velas», que assinala os 26 anos da Biblioteca Municipal José Saramago, e termina com um concerto da Flower Power Street Band, conclui o município.










