Advogado condenado em Portalegre por abuso de confiança e falsificação

O Tribunal de Portalegre condenou um advogado a uma pena única de dois anos e meio de prisão, suspensa na execução, pelos crimes de abuso de confiança e falsificação de documento, ficando o arguido obrigado a entregar 2.000 euros a uma instituição de solidariedade social no prazo de seis meses.

Fonte da Procuradoria-Geral Regional de Évora indica que o advogado foi condenado pelo coletivo de juízes do Tribunal de Portalegre a uma pena única de dois anos e seis meses de prisão, suspensa na sua execução, disse o MP.

Como condição, segundo o comunicado, o arguido terá de proceder ao pagamento, no prazo de seis meses, de 2.000 euros a uma instituição de solidariedade social.

Numa explicação “muito em síntese” do processo, o MP disse que “o tribunal considerou provado que o arguido recebeu dinheiro para pagamento de despesas relacionadas com o (…) tratamento de questões legais a administrativas, não tendo tratado dos assuntos e recusando-se a devolver valores recebidos”.

“Mais se provou que o arguido, por si ou através de interposta pessoa, elaborou um documento com carateres que faziam crer que era emitido pelo Tribunal de Portalegre, atestando um facto que não era verdadeiro”, pode ler-se também na informação divulgada pelo Ministério Público.

Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Arquivo/D.R.

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