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Alandroal: Obras na fortaleza de Juromenha entram na reta final

Depois de alguns atrasos, decorrentes da necessidade de resposta em contexto de obra, a requalificação da fortificação de Juromenha entra na reta final. A inau- guração deverá ocorrer até final do verão.

O presidente da Câmara de Alandroal diz que “ainda não há data” para a inauguração das obras de requalificação da fortaleza de Juromenha. Mas está convencido que os trabalhos possam ser concluídos até final do verão. “Está apenas dependente da execução de uma parte que acabou por ficar fora da empreitada inicial e cujo projeto teve de ser revisto”, revela João Grilo, explicando que se tratam de trabalhos na denominada Porta Norte.

“Foi necessário delinear um projeto de adaptação em função das escavações. Depois dos trabalhos realizados demonstrou-se que era necessário criar uma outra acessibilidade e, portanto, foi preciso desenvolver um novo projeto técnico que será agora alvo de um processo de concurso autónomo”, explica o presidente da Câmara.

“Estamos a tentar concluir toda a intervenção para depois colocar o monumento à disposição das pessoas. Cerca de 95% da obra já está concluída, falta essa intervenção que terá um orçamento próxi- mo dos 100 mil euros e um prazo de execução de cerca de dois meses. Assim que estiver concluída poderemos abrir a obra como um todo”, acrescenta João Grilo.

Segundo o autarca, no projeto inicial não era conhecida “a verdadeira condição de ligação entre a porta e o interior da fortaleza e chegou-se depois à conclusão que havia uma calçada bastante bem preservada e que merecia que o projeto fosse adaptado para a valorizar”. Tratou-se, refere, de uma “descoberta feliz”, no sentido de a calçada estar “melhor preservada do que se pensava”, obrigando à alteração do projeto de execução da obra.

Ainda de acordo com o presidente da Câmara, a requalificação de Juromenha é um projeto “de extrema importância” para o concelho, pois o património histórico “pode ser a alavanca para o desenvolvimento” do território.

“Não se trata apenas de valorizar toda a infraestrutura da fortaleza, mas também de criar condições para que o seu interior seja aproveitado e valorizado para projetos de turismo e de hotelaria que depois funcionem eles próprios como alavanca para o desenvolvimento. Associada à reabilitação da fortaleza teremos toda a vila despertar um interesse diferente para os projetos privados de alojamento e de restauração”, acrescenta João Grilo, esperançado em que a obra possa “transformar uma vila que estava a definhar num caso de importantíssimo contributo para o desenvolvimento futuro da região”.

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