O evento reunirá agricultores, artesãos e produtores locais, oferecendo produtos sazonais e propostas sustentáveis num dia concebido para fortalecer a economia circular e a vida comunitária.
Segundo a organização, o mercado estará aberto das 11h00 às 19h00 num espaço interior preparado para receber visitantes independentemente das condições climatéricas. A entrada será gratuita, “em sintonia com o espírito inclusivo do evento”.
Fonte da TDF revela que os visitantes irão encontrar frutas e legumes orgânicos, mel, nozes, arroz, farinhas e produtos típicos do Alentejo, além de peças de artesanato únicas e presentes “ambientalmente responsáveis” criados por artistas locais.
O programa inclui ainda música ao vivo, uma refeição comunitária e visitas guiadas à aldeia, proporcionando uma experiência que vai além das tradicionais compras de Natal.
“A data” – prossegue a mesma fonte – “marca também o encerramento de um ano especialmente significativo para a Traditional Dream Factory”, que “combina a regeneração da terra com modelos de governança comunitária”.
Tendo ultrapassado 1,2 milhões de euros em financiamento cumulativo, a TDF “reforça a sua posição como uma das ecoaldeias regenerativas mais consolidadas da Europa, demonstrando que a sustentabilidade pode ser compatível com a viabilidade económica quando a comunidade participa ativamente na gestão e financiamento do projeto”.
Ainda de acordo com a mesma fonte, a realização do mercado de Natal procura “não só disponibilizar um espaço dedicado ao consumo responsável, mas também abrir as suas portas a quem deseja conhecer de perto um modelo que integra inovação social, tecnologia e práticas regenerativas”.
A ideia é que se transforme num “ponto de encontro para vizinhos e visitantes, promovendo a colaboração entre produtores locais e consumidores conscientes”.
A Alentejo Ilustrado já publicou uma reportagem sobre a aldeia.
Ler mais: Natureza e inovação: Abela acolhe a primeira aldeia regenerativa da Europa
A Traditional Dream Factory diz-se apostada em” impulsionar um novo modelo de coexistência regenerativa que gera ciclos positivos entre as pessoas, a natureza e as gerações futuras”. Localizada em Abela, Portugal, é o primeiro projeto da OASA, uma organização sem fins lucrativos dedicada a construir uma rede global de comunidades regenerativas de coabitação.
Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: Art Faire/Traditional Dream Factory











