O objetivo é «promover a inovação, a competitividade empresarial e a aceleração das transições climática e energética», refere a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, acrescentando que serão apoiados projetos que contribuam «para o desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços, bem como para a melhoria significativa de soluções já existentes».
Podem candidatar-se pequenas e médias empresas, individualmente ou em copromoção com entidades não empresariais do sistema de investigação e inovação.
De acordo com a mesma fonte, podem ser cofinanciadas operações «que integrem atividades de investigação industrial e de desenvolvimento experimental, alinhadas com os domínios prioritários da Estratégia de Especialização Inteligente (RIS3) e com os objetivos de uma transição justa para o território».
O financiamento é assegurado pelo Fundo para uma Transição Justa, podendo a taxa máxima atingir 80% das despesas elegíveis. No caso das entidades não empresariais do sistema de investigação e inovação, esse limite sobe para 85%.
Enquadrado no Plano Territorial de Transição Justa do Alentejo Litoral, o concurso dirige-se a projetos dos setores do agroalimentar, das energias renováveis e do turismo, contribuindo, segundo a CCDR do Alentejo, «para a diversificação económica, criação de conhecimento e reforço da capacidade de inovação regional».










