O investimento reparte-se por duas áreas: 787 mil euros destinam-se à refuncionalização de equipamentos coletivos e 547 mil euros à qualificação de espaços públicos. As intervenções deverão melhorar as condições de acessibilidade, segurança, sustentabilidade ambiental e integração paisagística.
Fonte do Alentejo 2030 explica que o objetivo deste apoio é promover a execução dos Planos de Ação das Parcerias para a Coesão Não Urbanas (PCNU) aprovadas para o território, «através de investimentos que reforcem a qualidade ambiental, urbanística e paisagística das comunidades rurais, valorizando os seus recursos e melhorando as condições de utilização dos espaços e equipamentos ao serviço das populações».
O aviso abrange nove das 14 estratégias territoriais previamente aprovadas: Montemor-o-Novo, Baixo Guadiana, Portalegre, Mértola, Odemira, Alto Alentejo, Vendas Novas, Vidigueira e serra de São Mamede.
Segundo o programa regional, estas parcerias «constituem um instrumento de desenvolvimento territorial assente na cooperação entre agentes locais, mobilizando conhecimento, recursos e capacidades para responder aos desafios específicos das zonas rurais e reforçar a sua atratividade para residentes, visitantes e investidores».
A mesma fonte acrescenta que «os investimentos deverão privilegiar soluções alinhadas com os princípios da sustentabilidade ambiental, eficiência energética, adaptação às alterações climáticas e valorização paisagística, contribuindo para tornar os territórios rurais mais resilientes, inclusivos e atrativos».










