O concurso foi aberto pelo Programa Regional do Alentejo 2030 e tem a designação «Infraestruturas de Acolhimento Empresarial de Nova Geração – ITI CIM».
Destina-se, segundo a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, a apoiar investimentos «que reforcem a competitividade económica, a atração de investimento e o desenvolvimento equilibrado dos territórios».
A dotação global de 10 milhões de euros é cofinanciada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e reparte-se pelas NUTS III do Alentejo Litoral, com três milhões de euros, Baixo Alentejo e Lezíria do Tejo, com 2,5 milhões cada, e Alentejo Central, com dois milhões de euros.
O aviso prevê apoio à criação de novas áreas de acolhimento empresarial, à expansão ou aumento da capacidade de áreas já existentes e à sua requalificação, «quando integrada em operações de expansão». Contempla ainda a criação de novas incubadoras de empresas de base não tecnológica, a expansão da capacidade das que já funcionam e a respetiva requalificação, «em complemento de operações de expansão».
São elegíveis infraestruturas, equipamentos e, no caso das áreas de acolhimento empresarial, acessos complementares, que a CCDR do Alentejo diz contribuírem para melhorar «as condições de instalação e crescimento das empresas» e para reforçar «a atratividade dos territórios para novos investimentos».
O apoio, acrescenta a mesma fonte, visa ampliar a cobertura territorial de infraestruturas de suporte à competitividade empresarial, «alinhadas com as transições digital e climática».
O objetivo, conclui, «é potenciar a criação e o crescimento de empresas, reforçar a competitividade das PME e promover a criação de emprego na região».
As candidaturas decorrem em duas fases: a primeira encerra a 30 de setembro de 2026, às 18h00, e a segunda a 21 de dezembro de 2026, às 18h00.










