Trata-se de «uma das grandes novidades» desta edição, segundo a Direção Regional do Alentejo do PCP, que descreve o espaço como uma recriação do «ambiente do largo alentejano». Ali serão possíveis «21 atuações de grupos corais alentejanos e de outros artistas que defendem e divulgam a música tradicional da região».
O nome presta homenagem ao escritor de Santiago do Cacém, um «grande vulto da cultura alentejana».
O Espaço Alentejo, organizado pelas quatro organizações regionais do partido — Beja, Évora, Portalegre e Litoral Alentejano —, muda de local nesta edição. Fica «pela primeira vez na zona da Quinta do Cabo», onde, segundo o PCP, «imperam amplas sombras naturais que convidam ao descanso refrescante, a refeições calmas, a assistir e a cantar o cante alentejano».
A decoração dá palco ao Alto Alentejo: as Festas do Povo de Campo Maior «embelezarão algumas ruas e estruturas do Espaço Alentejo», descritas pelo partido como «uma importante expressão da cultura e da mobilização popular na região».
No programa musical da Festa, o Alentejo está representado por António Zambujo e Janita Salomé, além de «dezenas de grupos corais alentejanos».
O artesanato ocupa espaço próprio, com peças de todo o território: alforges e taleigos de retalhos, madeira e cortiça do Litoral Alentejano, azulejos com cortiça de Portel, barros de Beja e Beringel, azeitoneiras e cantis de Beja, cestos de palhinha de Odivelas, chocalhos das Alcáçovas, cortiça de Viana do Alentejo, latoaria de Santiago do Cacém e Luzianes, bonecas de trapo, madeira de oliveira de São Miguel de Machede, peles de Monforte e tecidos de linho de Mértola e Castro Verde.
A garrafeira passa também para «O Largo», o que permitirá adquirir vinhos «e degustá-los em convívio enquanto assiste e participa da festa do cante alentejano». Estarão à venda garrafas comemorativas dos 50 anos, «uma edição limitada e numerada, especialmente engarrafada para este fim, com rótulos inéditos, desenhados e produzidos para comemorar e colecionar».
Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: Manuel de Almeida/Lusa/Arquivo











5 Responses
Como sempre muitos motivos para ir à Festa do Avante. Adoro o Alentejo, as gentes Alentejanas, as modas, a gastronomia e os seus artistas. Não perco o programa de sexta-feira no palco 25 de Abril com a 9.ª Sinfonia de Beethoven pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa, dirigida por Vasco Pearce de Azevedo, com participação do Coro Sinfónico Lisboa Cantat, dirigido por Jorge Carvalho Alves. Avanteatro. Tantos artistas… Só vou enumerar o Ney Matogrosso. Até lá.
Sou natural de Felgueiras, distrito do Porto.
Fui á FIL creio que primeira festa do Avante.
Também fui á ajuda e Jamor.
Que saudades daquele tempo!
Tenho 77 anos, gostava de ir á Atalaia!
Não lhe perdi a esperança.
Festa do Avante!
Não há festa em Portugal como esta!!!!
Concordo, não há festa como esta!
Não há mesmo desta como esta👏🏻👏🏻👏🏻!
Espero bem, lá estar… naquela que vai ser a minha 50a Festa!… (até à data não falhei uma) enquanto me puder movimentar, espero continuar a somá-las…!
Para todos mais uma Feliz Festa…!
Partipei na 1a. Festa na Fil.
Fui a varias outras em anos posteriores. Presentemente, por falta de saúde, principalmente da minha mulher, não poderemos ir…mas estaremos lá com todos os nossos amigos.
Avante Camarada(s)