
Os resultados das eleições presidenciais de 2026 no distrito de Beja confirmam aquilo que muitos tentaram negar durante décadas: o Alentejo já não é um feudo ideológico fechado e o Chega tornou-se uma força política real e enraizada no interior do país.
Registo com satisfação os resultados alcançados nas eleições presidenciais de 2026 no distrito de Beja, que confirmam o crescimento consistente do Chega no Alentejo e a consolidação de uma alternativa política credível no interior do país.
Alcançamos resultados históricos num distrito tradicionalmente dominado pela esquerda.
Na primeira volta, André Ventura aproximou-se dos 30% dos votos e venceu em concelhos como Moura e Almodôvar, demonstrando que os portugueses do interior estão fartos das promessas vazias do PS e do PCP.
Apesar da vitória do candidato apoiado pelo PS/PSD/IL/CDU/L/BE na segunda volta, André Ventura manteve uma presença eleitoral significativa nos concelhos do distrito, aproximou-se dos 38%, tendo mesmo nalguns concelhos atingido os 45%, refletindo a existência de um eleitorado sólido e mobilizado.
O desempenho alcançado em concelhos como Moura e Almodôvar confirma a capacidade do partido de responder às preocupações das populações locais, nomeadamente no combate à desertificação, no reforço da segurança, na defesa da agricultura e no desenvolvimento regional.
Estes resultados confirmam que o Partido Chega é hoje uma força política relevante no distrito de Beja e uma alternativa real às políticas que têm dominado o Baixo Alentejo nas últimas décadas, e que rejeita o modelo de desenvolvimento que tem conduzido ao declínio demográfico, económico e social do Baixo Alentejo.
Continuarei a trabalhar com determinação para representar e levar a voz dos cidadãos do distrito de Beja ao parlamento e contribuir desta forma para um Baixo Alentejo mais coeso e desenvolvido.












