António Zambujo regressa a Beja para apresentar «Oração ao Tempo»

António Zambujo atua a 9 e 10 de outubro no Teatro Pax Julia, em Beja, a sua cidade natal, na digressão de apresentação do novo álbum, «Oração ao Tempo», que se prolonga até fevereiro por palcos nacionais e internacionais. A segunda data já está esgotada.

Editado a 19 de março, «Oração ao Tempo» volta a dar voz a letras de autores como João Monge, Pedro Silva Martins e Maria do Rosário Pedreira, responsável pela canção que serviu de mote ao disco. Em 2021, o músico pediu à escritora uma letra que falasse sobre «aproveitar o tempo de outra forma». O resultado foi «Pequenos Prazeres», o tema que abre o álbum. «E a ideia era fazer um disco sobre isso, sobre o aproveitamento do tempo e a forma como usamos o tempo», contou António Zambujo.

O álbum já foi apresentado no Brasil, onde o músico deu 12 concertos. A digressão segue agora para Espanha, com passagem por Santiago de Compostela e, a 2 de outubro, pela Corunha, antes das duas noites em Beja.

A 20 de novembro, «Três da Madrugada» e outras canções do disco serão escutadas em Vila Real, e a 28 de novembro o músico sobe ao palco do Europarque, em Santa Maria da Feira.

Dezembro abre com duas atuações no dia 1, às 18h00 e às 21h00, no Teatro das Figuras, em Faro, estando o concerto da noite já esgotado. A 4 de dezembro, Zambujo atua no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas (CNEMA), na Quinta das Cegonhas, em Santarém, e no dia seguinte no Centro Cultural de Viana do Castelo. Nos dias 11 e 12, atua no Convento São Francisco, em Coimbra, e a 19 no Panorana-Multiusos, em Alcobaça.

Em 2027, a digressão regressa a Espanha, com um concerto em Vigo a 16 de janeiro, e passa a 23 pelo Theatro Circo, em Braga. Em fevereiro, o músico atua em Londres no dia 18 e no Teatro Aveirense, em Aveiro, no dia 27.

António Zambujo é acompanhado por João Salcedo, ao piano, Bernardo Couto, na guitarra portuguesa, João Moreira, no trompete, Francisco Brito, no contrabaixo, José Conde, no clarinete baixo, e André Santos, na viola.

Com 51 anos, o músico recebeu em 2006 o Prémio Amália Rodrigues na categoria de Melhor Intérprete Masculino de Fado. O seu percurso tinha começado antes, em 2000, como músico no Clube de Fado, em Lisboa, e fez parte do elenco de «Amália – O Musical», de Filipe La Féria. O álbum de estreia, «O Mesmo Fado», foi editado em 2002, e a sua discografia conta ainda com três álbuns gravados ao vivo, dois deles com Miguel Araújo.

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