A organização sublinha que o festival promove «a descentralização cultural, levando os espetáculos para junto das populações», com uma programação que diz ser «diversificada para públicos de todas as idades».
A abertura está marcada para 20 de setembro, às 19h00, em Motrinos, com o Marco Martins Quartet e «Blues and Roots», descrito pela organização como «uma viagem pelos universos do blues e do jazz, revisitando grandes referências da música norte-americana através de novos arranjos e da improvisação».
A 3 de outubro, em Perolivas, a Banda Filarmónica Corvalense apresenta «Com/Passos Musicais», concerto em que, segundo a mesma fonte, vai «percorrer várias épocas e estilos musicais».
Segue-se, a 4 de outubro, em Campinho, o projeto Aletria Biblioteca Itinerante e João e a Sombra, com «Outra Coisa Qualquer». A organização refere tratar-se de «um recital em forma de cantautor com canções compostas à guitarra, que combinam a música folk alternativa e uma componente poética e introspetiva».
A música de rua chega no dia 5 de outubro, com os Al-Fanfarre e o espetáculo «Dixieland», que passa pelo Telheiro e pela Cumeada e que a promotora apresenta como «inspirado na tradição da música mais antiga de Nova Orleães».
A 17 de outubro, o Carrapatelo recebe «Vein», de André Conde e Bárbara Barradas, criação que, de acordo com a organização, explora «a relação entre natureza, tecnologia, voz humana e sinais bioelétricos das plantas, criando uma experiência sonora e sensorial».
No dia seguinte, 18 de outubro, em São Marcos do Campo, a Banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense apresenta «Axis Mundi», concerto inspirado no conceito do «umbigo do mundo», que a promotora descreve como «o ponto de ligação onde o humano toca o divino, onde a terra encontra o céu e o tempo se funde com a eternidade».
A 31 de outubro, a igreja matriz de São Pedro do Corval recebe o Vox Aurea Ensemble com «Diálogo Ibero-Americano», proposta a cappella que, segundo a organização, propõe «uma viagem sonora entre a Península Ibérica e a América Latina, revelando afinidades culturais, históricas e musicais que atravessam o Atlântico».
No dia 1 de novembro, a igreja de Santiago, em Monsaraz, acolhe «Alvorada», pelo Cardo-Roxo, com uma seleção de melodias da música instrumental, vocal, de festa e de trabalho de várias regiões do país.
A 7 de novembro, no Outeiro, sobe a palco o recital «Grandes Árias Italianas», com a pianista portuguesa Ana Filipa Luz e o tenor peruano Oscar Oré, que interpretam árias barrocas e páginas de óperas de Rossini, Donizetti, Puccini e Verdi.
O teatro para a infância marca presença a 8 de novembro, com «Não Se Pode, Não Se Pode», do projeto Boca Aberta – Teatro Nacional D. Maria II, em duas sessões, na Caridade e na Barrada.
O encerramento fica a cargo do Versátil Ensemble, com «Sensorium», a 14 de novembro no auditório municipal de Reguengos de Monsaraz e, no dia seguinte, em Santo António do Baldio. A organização define a criação como «um concerto e uma performance artística com uma vertente imersiva no mundo sensorial através da vibração, da luz, da cor e do som».
A 6.ª edição do Arte(S)em Palco é uma produção da Bolsa D’Originais – Associação Cultural, com apoio do Ministério da Cultura, da Direção-Geral das Artes, do Município de Reguengos de Monsaraz e das juntas de freguesia do concelho.










