A revelação é feita pelo secretário de Estado das Infraestruturas em declarações ao Diário do Alentejo. De acordo com Hugo Espírito Santo, as variantes de Figueira dos Cavaleiros e de Beringel, agora inauguradas, «já estão preparadas para ser parte dessa futura autoestrada».
O projeto foi contratado em julho pela Infraestruturas de Portugal (IP). «Demorará, agora, cerca de um ano, um ano e meio para estar pronto, para depois, então, o podermos submeter à aprovação ambiental. Aprovado ambientalmente podemos lançar a obra. Esta é a timeline que, neste momento, temos para a construção da A26», explicou.
Nas declarações ao Diário do Alentejo, Hugo Espírito Santo referiu ainda o investimento da IP, de «250 milhões de euros», no distrito de Beja, em trabalhos da rodovia e da ferrovia, que incluem «novas infraestruturas, muitas obras de manutenção, repavimentação, reforço da segurança e da sinalização».
A este montante acrescem os valores da construção da A26, entre a A2 e Beja, e da «modernização total da linha entre Casa Branca e Beja», orçada em «410 milhões de euros e que vai ser executada durante os próximos três, quatro anos».
Na cerimónia de inauguração das variantes, o secretário de Estado sublinhara já os três eixos rodoviários que o Governo considera prioritários. «A ligação de Sines à A2, por Grândola Norte, e as ligações por autoestrada a Portalegre e a Beja. Estas três ligações por autoestrada são da mais elementar justiça. O Alentejo, como um todo, precisa destas três ligações, pois são elas que vão conseguir, de facto, dar este empurrão fundamental para ligar melhor o Alentejo», afirmou.
Fotografia: © Infraestruturas de Portugal










