As Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2026 foram aprovados, por maioria, em reunião de Câmara, com quatro votos a favor – dos dois eleitos do Movimento Cívico Por Elvas (MCPE) e dos dois do PS – e três votos contra – dos vereadores do Chega e do PSD.
O presidente da Câmara, José Rondão Almeida, diz tratar-se do orçamento mais elevado do Município, podendo mesmo “ascender aos 50 milhões de euros” após a transição do saldo de gerência anterior, permitindo “atenuar os problemas” relacionados com a área da habitação.
A este sector estão destinados 20 milhões de euros, estando a autarquia “a trabalhar em 330 fogos” e prevendo que “grande parte” deles possa ficar concluída em 2026. Além disso, e até ao final do próximo ano, a autarquia espera efetuar projetos para a criação de mais “80 a 100 fogos” habitacionais, para ficarem, depois, concluídos até finais do ano de 2029.
A requalificação de “todas as escolas” do 1º. Ciclo e das Escolas Básicas 2,3 de Vila Boim e Boa Fé são outros dos projetos a executar, num investimento global na ordem dos sete milhões de euros. A ampliação de lares de idosos será outra das tarefas a desenvolver em 2026, tal como a ampliação da zona industrial.
José Rondão Almeida, que diz esperar ainda “continuar a apostar na cultura e turismo”, revela que pretende também aumentar no próximo ano a frota do Município, principalmente a destinada ao sector do ambiente.
Em matéria de impostos, a Câmara decidiu manter a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para prédios urbanos em 0,35%, enquanto a taxa de participação do município no IRS (1%) será devolvida aos habitantes do concelho.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Arquivo/D.R.











