De acordo com o presidente da Câmara, Carlos Pinto de Sá (CDU), serão investidos 835 mil euros na rede viária, aos quais deverão ser somados mais 500 mil para a recuperação dos estragos provocados pelo mau tempo.
Esta é uma das rubricas com maior investimento no orçamento municipal aprovado para este ano, cujo valor global ascende a 33,8 milhões de euros, menos dois milhões que o de 2025.
Aludindo a “uma especificidade com grande impacto” neste orçamento, o presidente da autarquia refere que, de 2025 para 2026, passam “seis milhões de euros de compromissos, bem como um saldo de gerência de cerca de cinco milhões de euros”.
“O saldo de gerência só será introduzido no orçamento, conforme determina a lei, em abril, aquando da previsível aprovação pela assembleia municipal. Há rubricas, sobretudo de investimento, que ainda não apresentam os valores previstos para 2026”, explica.
Referindo que o orçamento marca o início de “um novo ciclo político”, Carlos Pinto de Sá aponta como prioridades a reorganização da Câmara, habitação a preços acessíveis e a reabilitação da rede viária e de equipamentos municipais, entre outras.
“Queremos recuperar o prestígio nacional e internacional do projeto cultural” sediado na cidade e “será criado um programa de Montemor-o-Novo para participar” na iniciativa da Capital Europeia da Cultura Évora_2027, adianta.
Além do investimento na rede viária, a Câmara vai aplicar um milhão de euros em obras em equipamentos municipais, 700 mil euros nas escolas e avançar com a construção de infraestruturas na Zona Industrial da Adua no valor de 450 mil.
A revisão do projeto da “StarUp Cidade” e da Carta Estratégica, a conclusão da reabilitação do Posto de Turismo e o avanço do projeto da área de serviço de autocaravanas são outras apostas.
No que diz respeito aos impostos, a autarquia continua a aplicar a taxa mínima do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para prédios urbanos, que é 0,3% (a máxima é de 0,45%).
Já a derrama para empresas com um volume de negócios inferior a 150 mil euros mantém-se com uma taxa de 0,5%, enquanto, para as restantes, passa de 0,75% para 1%, com a receita a ser aplicada em investimentos na zona industrial e noutras infraestruturas.
Quanto à participação no Imposto sobre o Rendimento Singular (IRS), a taxa subiu de 2,5% para 3%, sendo a receita adicional aplicada no reforço dos apoios sociais às famílias de menores rendimentos, através do Programa “Mor Solidário”.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: D.R.













Uma resposta
Só peço uma coisa ao senhor presidente Carlos Pinto Sá que no ano passado o senhor Olímpio Galvão não fez e que o novo presidente nos pode-se ajudar era na estrada das gigantas perto da Maia que nos arranja-se a estrada visto que o Zé Casmarrinha vem buscar os miúdos para a escola e a estrada está com difícil acesso para se fazer em segurança eu vou trabalhar todos os dias às 7 da manhã Onde me dificulta muito passar pós a estrada está lastimável todos os anos e a mesma situação Já fiquei com o meu carro atascado sem ninguém para me ajudar pois vivo sozinha com o meu filho menor gostaria que o senhor presidente tivesse essa consideração De nos ajudar .