Não sendo “apenas um conjunto de números e quadros [é] a materialização do programa com que nos apresentámos aos cidadãos e que mereceu a sua confiança”, diz o presidente da Câmara, Álvaro Azedo.
As Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2026 foram aprovados, por maioria, na Assembleia Municipal, sendo registados 13 votos a favor do PS e 14 abstenções, da parte dos eleitos da CDU (10), do Chega (dois) e do PSD (dois).
“A estratégia municipal que aqui se apresenta aposta em áreas essenciais como a regeneração urbana, o desenvolvimento económico, a promoção turística do nosso património histórico e ambiental”, acrescenta o autarca, aludindo a outras prioridades, como “o investimento na educação e na ação social, a dinamização cultural e desportiva e a melhoria das infraestruturas em todas as freguesias”.
“Sem deixar de lado” – prossegue – “a importância da concertação com o Estado para que, em nome deste, façamos aquilo que ficou no esquecimento de vários governos no que concerne à conservação do Património do Estado que, no fundo, é de todos nós”.
O reforço da verba no orçamento para 2026 – mais 5,8 milhões de euros – diz respeito à concretização de “investimentos estruturantes” que “dão forma ao caminho traçado por este executivo”, explica Álvaro Azedo, apontando como exemplos a requalificação do Centro de Saúde de Moura (dois milhões de euros), a conservação das muralhas (710 mil de euros) e a requalificação da esquadra da PSP (670 mil euros).
Entre outras obras, o autarca indica também a reparação do caminho dos Lameirões (500 mil euros), a projeção e a obra do Centro Escolar Norte (250 mil euros)e as construções da variante e da Piscina Municipal de Amareleja (140 e 50 mil euros, respetivamente).
Quanto às taxas e impostos municipais, mantêm-se as taxas de 0,3% do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) no que concerne aos prédios urbanos, de 1,3% da Derrama e de 2,5% da participação no IRS.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Nuno Veiga/Lusa/Arquivo












