A APG/GNR relatou ter recebido «vários contactos que dão conta de que a praga se mantém» naquelas instalações, o que tem «gerado preocupação» por parte dos formandos e daquela associação.
Em declarações à Lusa, o dirigente da APG/GNR Eládio de Pinho Rodrigues acrescentou que a associação recebeu «dezenas de denúncias» por parte de «formandos e seus familiares e profissionais» da Guarda, na segunda-feira e já esta terça-feira, de que «a praga de percevejos mantém-se».
Na segunda-feira — continuou — os instruendos «foram informados pelo centro de formação, com duas ou três horas de antecedência, de que tinham de regressar ao centro». E «foram-lhes dadas indicações para esse regresso, por exemplo levarem uma farda num saco separado», acrescentou.
«Parecem-nos medidas para tentar mitigar um problema», como se fossem «instruções a seguir para a realidade que vão encontrar, o que indica que a situação não está resolvida», argumentou Eládio de Pinho Rodrigues.
Dos «perto de 800 formandos» do atual curso do Centro de Formação de Portalegre da GNR, há «cerca de 400 que estão no período de aulas, enquanto a outra metade está a estagiar em postos territoriais da Guarda pelo país», referiu.
Na semana passada, as aulas presenciais foram suspensas, entre quarta e sexta-feira, devido à «presença de percevejos» em «alguns espaços» de alojamento e instalações sanitárias do centro de formação, revelou a GNR na altura.
Ainda assim, segundo a Guarda, a atividade letiva continuou a decorrer nesse período, em regime de ensino à distância, através de meios online.
Eládio de Pinho Rodrigues acrescentou que, além dos percevejos, «há também um problema» relacionado com «a presença de baratas e ratos» nas instalações, sendo que, «quanto a isso, não foi feito nada».










