O centro tem capacidade para acolher 500 formandos por ano e ministrar mais de 10 mil horas de formação. Segundo a empresa, foi criado para «desenvolver competências técnicas e humanas», contribuindo para «responder à escassez de profissionais qualificados no setor».
«Este centro traduz a nossa aposta no desenvolvimento do interior do país e na preparação das futuras gerações de profissionais», sublinha Tiago Isidoro, diretor-geral da STET.
«Investimos em infraestruturas, equipamentos e tecnologia para criar conhecimento, valorizar competências e aproximar a formação das necessidades das empresas. Queremos que este espaço facilite a entrada de jovens no mercado de trabalho e se afirme como um ponto de encontro entre empresas, profissionais e instituições de ensino», acrescenta.
A STET refere que a instalação no Alentejo permite também «criar oportunidades de qualificação e integração profissional na região, com especial foco nos jovens».
Além da formação de operadores e técnicos, o novo polo vai acolher demonstrações de equipamentos e tecnologia e iniciativas dirigidas a clientes, parceiros, escolas e outras entidades de ensino. De acordo com a empresa, os programas foram desenvolvidos «em função das necessidades do mercado» e destinam-se a diferentes perfis profissionais, combinando «recursos tecnológicos, inteligência artificial e novas metodologias de ensino» e privilegiando «uma forte componente prática em contexto real».
A formação abrange ainda a utilização eficiente dos equipamentos industriais, a manutenção preventiva e a otimização do ciclo de vida das máquinas.











