Fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo explicou que a colisão aquática, para a qual foi dado o alerta às 15h49, envolveu duas embarcações, provocando um ferido grave.
A vítima, indicou a Proteção Civil, foi helitransportada pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), através do helicóptero sediado em Évora, para o Hospital de S. José, em Lisboa.
«A senhora foi transportada num barco de um operador turístico para o cais da Praia do Lago, onde os meios dos bombeiros a avaliaram, estabilizaram e pediram apoio diferenciado, tendo sido acionado o helicóptero do INEM», revelou fonte dos Bombeiros Voluntários de Moura.
Humberto Nixon, da empresa marítimo-turística que, em conjunto com o responsável de outro operador da albufeira, procedeu ao resgate da mulher, explicou que a vítima apresentava «golpes profundos num ombro».
«Fui socorrê-la com uma das minhas embarcações», contou, referindo que, juntamente com o colega da outra empresa, nem conseguiram colocar a mulher a bordo.
«Como tinha o ombro cortado, nem a conseguimos puxar. Tivemos de a rebocar, com a ajuda de uma boia nossa e a embarcação onde ela seguia, também tipo boia, até à rampa dos barcos», disse.
Segundo Humberto Nixon, a mulher e mais quatro pessoas seguiam «numa embarcação de recreio, tipo uma boia com lugares e um volante, que é alugada, sem tripulante, a um novo operador» existente no lago, propriedade de estrangeiros.
«E, da Praia do Lago, saiu um barco de pesca desportiva, com duas pessoas a bordo, que foi embater nessa embarcação onde seguiam as cinco pessoas. A senhora caiu à água e, provavelmente, terá sido atingida por uma hélice, que provocou os golpes no ombro», contou o empresário.
Para o local do acidente foram mobilizados 11 operacionais dos bombeiros, da GNR e do INEM, apoiados por quatro viaturas e pelo helicóptero, segundo o comando sub-regional da Proteção Civil.










