Segundo a empresa, o Centro de Produção da Moagem de Sines tem capacidade para processar mais de 400 mil toneladas de escória moída de alto forno (GGBFS) em regime de laboração contínua. Esta matéria-prima é utilizada na produção de cimentos e betões com menor pegada carbónica. No início da atividade, a empresa informou que dispõe de 2.500 toneladas de escória moída prontas para expedição.
A instalação encontra-se operacional para expedição a granel, estando previsto o arranque da operação de enchimento de big bags ainda esta semana. A unidade foi também alvo de uma reconversão tecnológica que permitirá, futuramente, processar outras matérias-primas com benefícios ambientais. A Cimpor considera que o início das operações reforça a sua presença no polo industrial de Sines.
Citado pela empresa, o diretor do Centro de Produção da Moagem de Sines, Ricardo Alvim, afirmou que o arranque da unidade representa «o culminar de um processo desafiante» de «coordenação e superação técnica». A progressão para um regime de exploração com maior número de turnos será faseada, dependendo da conclusão do processo de certificação do produto e da evolução das necessidades do mercado.
A empresa sustenta ainda que a reativação da unidade contribuirá para a economia local através da criação de emprego direto e indireto e da dinamização do tecido empresarial da região. A Cimpor não revelou o valor investido na reativação do centro, mas destaca a proximidade ao Porto de Sines como uma vantagem para a receção e expedição de produtos para os mercados nacional e internacional.
Texto: Alentejo Ilustrado c/Lusa
Fotografia: D.R.










Uma resposta
Não se percebe que havendo tanto território livre de povoações tem que enfiar está treta próximo as centros urbanos com ventos constantes marítimo para arrastar tudo para as populações próximas!!!junto à fronteira é que isso estava bem!..!