A interceção resultou de uma detenção em flagrante delito efetuada pela Polícia Judiciária (PJ). Segundo o Ministério Público, o arguido conduzia uma viatura que transportava «mais de uma tonelada e meia de cocaína em alto grau de pureza (aproximadamente 1.532 quilos)», avaliada em mais de 70 milhões de euros.
De acordo com a mesma fonte, o arguido detinha ainda consigo «duas armas de fogo, semiautomáticas, com calibre de guerra», que foram apreendidas juntamente com a viatura e outros objetos, incluindo uma quantia monetária, tudo relacionado com a atividade de tráfico de droga.
O Ministério Público refere que o inquérito investiga a atividade de «um grupo criminoso que se dedica ao transporte de grandes quantidades de cocaína por via marítima para introdução na Europa com entrada através de Portugal». A interceção do arguido foi efetuada pela PJ, como órgão de polícia criminal coadjuvante, com o apoio da GNR.
Realizado o primeiro interrogatório judicial e verificados os perigos de fuga, de perturbação do inquérito e de continuação da atividade criminosa, o Ministério Público promoveu a aplicação da medida de coação de prisão preventiva, que mereceu a concordância judicial.
As investigações prosseguem sob direção do Ministério Público, com a coadjuvação da Polícia Judiciária.










