De acordo com a presidente da Câmara, “um oficial de outra conservatória substituiu a funcionária que está de atestado”, permitindo a reabertura do serviço esta manhã.
Esta solução “é um penso rápido, um adesivo, que não nos serve”, já que este oficial “vai ficar até a funcionária voltar” ao serviço e, quando esta regressar, “nada garante que não volta a ficar exausta, porque é o mais provável”, afirma Marta Prates.
Mostrando-se satisfeita por ter sido possível reabrir, num curto espaço de tempo, a conservatória, a autarca confessa, no entanto, que continua preocupada por entender que esta solução “ainda não serve os interesses” da população.
A Conservatória de Reguengos de Monsaraz esteve fechada na semana passada, entre quarta e sexta-feira, com um aviso – “encerrado por falta de oficiais” – afixado na porta, depois de a única funcionária ter entrado de baixa médica.
Conforme noticiado pela Alentejo Ilustrado, Marta Prates criticou este encerramento, considerando-o “um escândalo”, e pediu a colocação de mais funcionários naquele serviço, lamentando que a Conservatória esteja “sem conservador desde 2024” e que “nunca mais tenha sido colocado pessoal”.
“Chegámos ao limite de ter apenas uma pessoa, completamente exausta, a fazer todo o trabalho da conservatória, num concelho como Reguengos de Monsaraz, que tem 10 mil pessoas e que é muito dinâmico”, sublinhou, então, a autarca.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Nuno Veiga/Lusa/Arquivo











