Corporação de Campo Maior reage à morte de bombeiro: “Serviu com coragem”

A morte de José Valter Cunha Canastreiro, bombeiro dos Voluntários de Campo Maior, de 46 anos, durante uma operação associada ao mau tempo, deixou a corporação “em baixo”, revelou o comandante, que descreveu o sucedido como um momento de forte abalo para todo o corpo ativo.

José Valter Cunha Canastreiro, operacional dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior e militar da GNR, morreu no cumprimento do dever durante uma operação de patrulhamento, reconhecimento e vigilância relacionada com as condições meteorológicas adversas.

A ocorrência registou-se na zona da Estrada Nacional 373, numa “zona de confluência” com o rio Caia, no concelho de Campo Maior. O operacional tinha 46 anos.

Em nota divulgada pela corporação, é expressado “profundo pesar” pelo falecimento do bombeiro, que “perdeu a vida numa ocorrência, tendo falecido em serviço, no cumprimento do seu dever”.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior, Pedro Tomé, confirmou que o impacto interno foi imediato, sublinhando que o pessoal ficou “em baixo” com o sucedido.

Segundo o responsável, José Canastreiro integrava uma ação de patrulhamento e vigilância devido ao mau tempo quando “algo se passou, [ele] sentiu-se mal, algo deste género, e entrou numa linha de água”.

A corporação destacou ainda o percurso do operacional, referindo que “dedicou a sua vida à proteção de pessoas e bens, servindo a comunidade com coragem, profissionalismo e elevado sentido de missão”. A mesma nota acrescenta que “a sua entrega, disponibilidade e espírito de sacrifício permanecerão para sempre na memória de todos os que com ele tiveram o privilégio de trabalhar e conviver”.

A morte ocorreu no contexto das operações de prevenção e vigilância desencadeadas face ao agravamento das condições meteorológicas.

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