Nesta edição, vão a leilão 23 animais, entre os quais 21 exemplares puro-sangue lusitano e dois puro-sangue árabe, criados na Coudelaria Nacional. Do total, 13 são fêmeas e 10 machos.
Os preços base de licitação das éguas variam entre cinco mil e 17.500 euros, enquanto os machos apresentam valores mais elevados, situando-se entre sete mil e 20.000 euros.
Entre os animais apresentados destaca-se o exemplar mais valorizado do leilão, Gniqui, um macho de pelagem castanha, com 1,67 metros ao garrote, nascido a 21 de março de 2011, criado na Coudelaria de Alter.
A Coudelaria de Alter tem origem no século XVIII, tendo sido fundada em 1748 por iniciativa de D. João V e concretizada no reinado de D. José I. Desde então, mantém atividade ininterrupta na Herdade da Tapada do Arneiro, em Alter do Chão.
Considerada a mais antiga coudelaria do mundo em funcionamento contínuo no mesmo local, ocupa cerca de 800 hectares e integra um património natural, histórico e cultural que a afirma como um dos principais pontos de interesse do Alto Alentejo.
Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: D.R.












