Instaurado ontem, o inquérito da IGAS pretende avaliar tanto a resposta assistencial como a organizacional, explica a entidade, incidindo em aspetos como o acompanhamento clínico dos utentes, a prevenção e controlo de infeção, a referenciação para cuidados hospitalares e a articulação entre a instituição e as entidades de saúde envolvidas.
Na semana passada, quando eram quatro as mortes registadas, a Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou a instauração de um inquérito, não tendo sido até ao momento constituídos arguidos.
Na terça-feira, a Unidade Local de Saúde (ULS) do Alentejo Central confirmou a morte de um dos três utentes que ali estavam internados, em quem foi confirmada a infeção por vírus influenza A, elevando para seis o número total de óbitos. Quatro utentes do lar morreram no hospital e dois nas instalações da instituição.
Segundo a ULS do Alentejo Central, o Departamento de Saúde Pública mantém o acompanhamento epidemiológico da situação, incluindo a verificação do cumprimento das medidas de controlo de infeção, higienização, isolamento e utilização de equipamentos de proteção individual.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa










