Depressão Leonardo causa prejuízos em obra da Diocese de Portalegre

O bispo da Diocese de Portalegre-Castelo Branco considerou hoje “praticamente impossível” encontrar soluções rápidas para os danos causados pela depressão Leonardo numa obra do Centro Social Diocesano de Santo António, em Portalegre.

“Está uma obra em curso, com prazos para cumprir e é praticamente impossível, mesmo um bispo, não acredita suficientemente em milagres para esperar soluções rápidas numa situação catastrófica como esta que se pode ver”, diz D. Pedro Fernandes.

Segundo o prelado, a cidade viveu um “cenário de guerra e de destruição”, com os danos causados pela água, lama e pedras provenientes da Serra de São Mamede.

O Centro Social Diocesano de Santo António tem em curso uma obra na avenida de Santo António, a mais afetada, com o objetivo de criar um infantário, creche e tempos livres, no antigo edifício da Escola Superior de Saúde.

O projeto, com um investimento de cerca de dois milhões de euros, é financiado “em menos de metade” pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O Bispo de Portalegre lembra que a conclusão da obra tem como “prazo limite o final do mês de junho” e o centro social esperava cumprir todos esses prazos estipulados.

A Câmara de Portalegre indicou na quinta-feira que o ‘mar de lama’, com pedras à mistura, vindo da Serra de São Mamede, na sequência da passagem da depressão Leonardo, provocou danos em 52 automóveis, tendo também sido registados prejuízos em edifícios

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