Segundo o Ministério Público (MP), o arguido está «fortemente indiciado» de se dedicar a esta atividade criminosa «desde, pelo menos, outubro de 2025», data que coincide com a sua saída em liberdade condicional após cumprir uma pena de prisão efetiva de oito anos e quatro meses — a última de vários antecedentes criminais registados, inclusive pelo mesmo tipo de crime.
De acordo com a mesma fonte, o suspeito deslocava-se a Espanha com regularidade, por vezes diariamente, para adquirir os estupefacientes que depois revendia a consumidores nos concelhos de Borba e Vila Viçosa, «fazendo da mesma o seu modo de vida».
Na sequência da detenção e das buscas realizadas, foram apreendidos cocaína, heroína e outros objetos relacionados com a atividade de venda de droga.
Após o interrogatório, e «verificado o perigo de continuação da atividade criminosa», o MP promoveu a aplicação da medida de coação de prisão preventiva, com a concordância do juiz de instrução criminal.
As investigações prosseguem sob a direção do DIAP de Vila Viçosa, com a coadjuvação da GNR de Estremoz.












