De acordo com alguns órgãos de comunicação social, que recolheram informações do advogado Frederico Miguel Alves, uma dezena de arguidos ficaram com Termo de Identidade e Residência (TIR) e os outros sete vão ficar a conhecer as medidas de coação no sábado, pedindo o Ministério Público para estes prisão preventiva.
“O Ministério Público promoveu a medida de prisão preventiva para um militar da GNR, um PSP e mais uns civis. Quanto aos outros arguidos promoveu outras medidas de coação que implicam a sua libertação imediata”, disse aos jornalistas o advogado Frederico Miguel Alves, à porta do tribunal, durante a madrugada de hoje.
O advogado disse ainda ter um cliente a quem foi promovida a prisão preventiva. “Esperamos a decisão sábado, às 18h00. O outro cliente foi libertado”, disse o advogado.
A organização criminosa desmantelada na terça-feira na operação “Safra Justa” da Polícia Judiciária (PJ) controlava cerca de 500 trabalhadores estrangeiros no Alentejo, mas nem todos são considerados vítimas de tráfico, segundo fonte policial.
Fotografia: André Pereira/Lusa/Arquivo










