O procedimento prevê o «fornecimento, instalação e configuração de sistemas de videovigilância» e tem um prazo de execução de 365 dias. O preço base não inclui IVA.
«Não se trata da implementação de um sistema de videovigilância de raiz, mas da renovação e atualização de equipamentos que integram uma solução existente e em funcionamento», explica fonte da EDIA à Alentejo Ilustrado.
Segundo a empresa, o investimento resulta da «necessidade de renovar e modernizar equipamentos, acompanhando a evolução tecnológica e assegurando melhores níveis de qualidade, desempenho e fiabilidade dos sistemas existentes». A intervenção vai permitir «substituir equipamentos que atingiram uma fase avançada do seu ciclo de vida e melhorar as respetivas capacidades tecnológicas», acrescenta.
A EDIA refere que a intervenção «contempla diferentes tipos de infraestruturas» do Empreendimento de Fins Múltiplos do Alentejo, «sendo a solução a implementar definida em função das características e necessidades de cada instalação». Está também prevista «a integração dos novos equipamentos com a infraestrutura tecnológica existente, permitindo manter uma solução integrada e evolutiva».
A empresa gere infraestruturas «estratégicas para o abastecimento de água, produção de energia e apoio à atividade agrícola» e diz assegurar «uma política contínua de atualização dos seus sistemas de segurança».










