“No distrito de Évora, seguramente que nenhum eleito do Chega vai votar, neste caso, no candidato do PS”, afirmou à agência Lusa Jorge Galveias, deputado municipal do Chega na Assembleia Municipal de Vendas Novas.
Jorge Galveias, por ser deputado municipal em Vendas Novas integra o colégio eleitoral, criticou o acordo entre PS e PSD e considerou que os sufrágios marcados para o dia 12 de janeiro são “eleições pré-combinadas, à boa maneira totalitarista”.
“As cúpulas de PS e PSD, que se dizem partidos democráticos, fazem ‘panelinha’ nas costas dos membros executivos das autarquias e decidem dividir as cinco CCDR entre si. Deixam de ser eleições e passam a ser praticamente nomeações”, acrescentou.
Também em declarações à Lusa, o presidente da Distrital de Évora do Chega, César Silva, que é membro da assembleia municipal deste concelho, disse que, do que tem falado com outros eleitos do partido, a vontade é de se absterem ou votarem nulo: “O nosso voto será de protesto, não por termos algo contra a pessoa indicada para o cargo, mas pela forma como o processo foi conduzido, sem haver uma consulta prévia”.











