Segundo a PJ, as cinco detidas são presumíveis autoras de crimes de associação criminosa, burla qualificada, acesso ilegítimo, falsidade informática e branqueamento de capitais. A operação contou com a colaboração operacional de equipas da Polícia de Segurança Pública.
De acordo com a PJ, a investigação teve início em março do ano passado, «na sequência de uma funcionária de uma entidade bancária ter solicitado e acedido indevidamente aos canais digitais de clientes dessa mesma instituição, sem o seu conhecimento e consentimento».
A funcionária terá depois procedido a «transferências de diversas quantias para diferentes money mules que receberam e dissiparam os fundos de origem fraudulenta».
A PJ adianta ainda que, a este primeiro inquérito, «foram apensados outros, nos quais existiam coincidências de suspeitos, por terem recebido quantias com proveniência ilícita através de diferente modus operandi, como phishing e falso arrendamento de imóveis».
Na sequência das detenções e das buscas domiciliárias — que decorreram em Almada, no Seixal, em Pombal e em Elvas —, a Polícia Judiciária procedeu à apreensão de «diversa documentação e prova digital».
As cinco detidas vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.










