Elvas lança guia para atrair produções de cinema e audiovisuais

Um guia que visa atrair produtoras e realizadores a filmar em Elvas está a ser distribuído pela indústria cinematográfica e do audiovisual de Portugal e Espanha.

Promovido pela associação 7350, o projeto Elvas Film Office pretende apoiar e facilitar produções na cidade, promovendo o seu património histórico e cultural e estimulando a economia local.

Luís Eduardo Graça, da associação 7350, explica que este projeto visa promover Elvas, o seu património histórico e cultural, e “ajudar a desenvolver” as dinâmicas da economia social.

“Queremos também promover, que fora dos grandes centros urbanos, também existe disponibilidade de filmagens, também existem profissionais e condições para trazer as grandes produções”, sublinha.

O guia, que já circula pelas grandes produtoras portuguesas e espanholas, pretende apoiar os projetos que sejam desenvolvidos em Elvas nas áreas do licenciamento e simplificação de processos administrativos, nos contactos locais, técnicos e de talentos.

A sugestão e scouting de locais de filmagem, apoio logístico (alojamento, refeições, transportes, fornecedores locais), articulação com forças de segurança e entidades públicas para garantir a segurança e fluidez das produções, são outras das vertentes que o guia fornece.

“Aos poucos estamos a chegar às produtoras, aos profissionais, aos interessados, só que a indústria do cinema e do audiovisual é um processo que demora às vezes anos. Nós podemos estar a promover Elvas agora, mas só talvez daqui a um ano, na prática, um filme poderá vir para Elvas devido a esta promoção que está a ser feita agora”, diz a Associação.

Sublinhando que Elvas oferece um “leque de cenários versáteis e inspiradores” para todos os géneros cinematográficos, desde o romance ao drama, da ficção científica ao documentário, os responsáveis pelo projeto lembram que a cidade “guarda um legado histórico único, com o maior sistema de fortificações abaluartadas do mundo, o monumental Aqueduto da Amoreira, o castelo, os fortes de Santa Luzia e da Graça, além de dezenas de igrejas, conventos, ruas estreitas e largos ensolarados”.

Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Nuno Veiga/Lusa/Arquivo

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