Em comunicado, a associação empresarial refere que está a “acompanhar de perto” os impactos da intempérie no tecido económico da região, “atuando quer na resposta imediata, quer numa perspetiva de recuperação e reforço da resiliência das empresas”.
Fonte do Nerpor avança que uma das primeiras medidas “passa pelo levantamento preliminar dos prejuízos sofridos, com o objetivo de reportar a situação às entidades competentes e defender os interesses das empresas afetadas”.
A associação revela igualmente estar a “recolher e divulgar informação” junto de organismos públicos, como a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, o Iapmei ou o Banco Português de Fomento, entre outras, “de forma a orientar os associados sobre eventuais apoios, instrumentos de tesouraria ou linhas de financiamento que venham a ser disponibilizadas”.
“Ao nível técnico” – prossegue a mesma fonte – “os associados poderão contar com apoio no enquadramento de situações de prejuízo empresarial, na organização de informação e documentação necessária para eventuais candidaturas a apoios e no esclarecimento de dúvidas relacionadas com impactos operacionais”.
Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: D.R.












