O evento, que decorre em vários pontos desta vila, é organizado pela Câmara Municipal de Castro Verde, Junta de Freguesia de Entradas e Associação Pédexumbo, sendo inspirado, este ano, no tema “Dançar com Voz”.
“Durante três dias” – refere o Município – “o festival propõe uma verdadeira viagem pela tradição e pela partilha de culturas, reunindo bailes, concertos, oficinas de dança, passeios, visitas, gastronomia e exposições, com propostas nacionais e internacionais, sem esquecer o cante, a viola campaniça e o artesanato local”.
A edição arranca oficialmente pelas 18h00 desta sexta-feira e tem na música um dos seus maiores atrativos. Pelos palcos instalados na Praça Zeca Afonso e no centro recreativo vão passar, entre outros, os grupos portugueses Moços da Viola Campaniça, Recanto, Bella Ciao e Trigueirinha, assim como os franceses François Badeau, Mox e Mbraia.
Momentos de cante alentejano com diversos grupos corais da região e animação musical nos restaurantes e cafés locais são outros dos destaques do certame.
O programa do Entrudanças 2026 conta ainda com diversas oficinas de dança, passeios de campo, atividades no polo da biblioteca municipal e workshops ligados à gastronomia regional.
No âmbito do evento, a associação Pédexumbo, sediada em Évora, está a dinamizar no concelho de Castro Verde a quarta edição do projeto artístico comunitário “Pessoas cheias de território”, que envolve crianças e idosos.
Este ano, o projeto tem como mote “Dança com voz” e conta com a direção artística de Rui Pinho Aires, músico, percussionista, vocalista, compositor, produtor musical e sound designer.
Segundo a associação, a iniciativa conta com a participação de cerca de 160 pessoas, incluindo alunos do 1.º ciclo do ensino básico, assim como de utentes do Lar Frei Manoel das Entradas e da ART – Associação de Respostas Terapêuticas.
A apresentação pública do projeto está prevista para a tarde de sábado, pelas 14h30, em Entradas, quando “uma grande orquestra de percussão” sair à rua “em formato de arruada, celebrando publicamente o processo artístico vivido com os participantes locais”, indicou a associação.












