Segundo o autarca, a «burla informática» terá ocorrido através da «aplicação Caixa Direta, da Caixa Geral de Depósitos, em duas transferências de 30 mil euros cada».
O caso foi «participado às autoridades competentes e está agora a ser investigado pela Polícia Judiciária», acrescentou.
Márcio Cantador adiantou que esta ocorrência foi detetada pelos serviços da União de Freguesias e posteriormente comunicado numa sessão da Assembleia de Freguesia que decorreu esta semana, tendo sido participada também à Caixa Geral de Depósitos e ao departamento jurídico da autarquia.
Fonte da Polícia Judiciária (PJ) confirmou que a «burla informática» está a ser investigado através da Unidade Local de Investigação Criminal (ULIC) de Évora daquela força.
«Com recurso a um esquema que envolveu a manipulação tecnológica, foram executadas duas transferências bancárias de 30 mil euros cada, contornando o protocolo de autorizações/assinaturas, rigorosamente definido entre a Junta de Freguesia e o banco», elaborou a União de Freguesias.
Aquela autarquia adiantou que, «em conformidade com o quadro legal», procedeu «de imediato à apresentação de uma reclamação formal junto da GCD para reposição imediata dos fundos» e efetuou «uma queixa-crime junto das autoridades competentes, encontrando-se a investigação em curso na Polícia Judiciária».
«Reafirmamos o nosso total compromisso com a transparência e asseguramos que tudo faremos para recuperar estes fundos, que pertencem por direito a esta freguesia», adiantou a autarquia.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: D.R.












