Para o presidente da Câmara de Évora, Carlos Zorrinho, “esta aprovação é muito importante” para o avanço dos projetos municipais no âmbito da Évora_27.
“Estamos com uma enorme pressão para conseguirmos, em tempo útil, adjudicar, iniciar e contratualizar os vários projetos materiais que competem à Câmara Municipal. Esse processo está reconhecidamente atrasado, mas estamos a recuperar”, sublinha.
Segundo o autarca, “este foi o primeiro sinal de recuperação, são mais de dois milhões de euros de adjudicação, e o objetivo de todos estes processos é que eles estejam prontos no final também do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”, ou seja, até agosto do próximo ano.
No que toca à empreitada de recuperação do edifício dos antigos celeiros da EPAC, uma vez aprovada pela câmara a adjudicação, o objetivo “é que as obras avancem o mais depressa possível e estejam prontas naquilo que é também o limite do PRR”.
Segundo Carlos Zorrinho, a obra incide, “sobretudo, na recuperação estrutural de um edifício que estava com muitas dificuldades”, sendo que os antigos celeiros da EPAC irão passar a ser “um espaço para as várias atividades, um espaço flexível durante a Capital da Cultura e, depois da Capital da Cultura, vai alojar muitos projetos, muitas associações”.
“Digamos que é um espaço de uso cultural, não para público e espetáculos, mas sobretudo a importância é a utilização de um espaço numa zona muito central da cidade e que estava com grandes dificuldades em termos estruturais”, acrescenta.
Em julho, num processo ainda conduzido pelo anterior Executivo da CDU, foi publicado em Diário da República o concurso público simplificado para a empreitada de reabilitação dos antigos celeiros da EPAC, que alberga atualmente três agentes culturais.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: D.R.












Uma resposta
Deveriam era investir esse dinheiro ou fazerem propostas ou candidaturas com capitais da UE para a recuperação dos silos antiga epac junto á estação dos comboios e nos outros todos espalhados pelo país no sentido de recuperar e se retornar a usufruir de várias estruturas de armazenamento e manutenção de cereais que tanta falta faz e tambem o incentivo a semear para consumo interno e não a danças culturais e etc que em coisa NENHUMA trás qualquer benefício de riqueza e funcionalidade ao país…. tudo isto propostas do antigo efetivo da câmara de Évora…