O balanço da execução física e financeira destes projetos foi apresentado pelo executivo municipal na reunião pública de câmara. Dos cinco projetos considerados, apenas três apresentam execução: os Antigos Celeiros da EPAC, a Arena de Évora e o Rossio de São Brás.
A vereadora Teresa Batista, que substituiu o vereador Jerónimo José na apresentação, explicou que estes três projetos representam os 6,95 milhões de euros de financiamento aprovado e que 6,54 milhões se encontram contratualizados, o que corresponde, segundo a autarquia, a «uma taxa final de execução contratual de 94,1%».
Os Antigos Celeiros da EPAC registam a taxa de execução contratual mais elevada, de 99,9%, tendo sido «quase integralmente executado» o financiamento aprovado de 2,35 milhões de euros.
A Arena de Évora apresenta uma taxa final de execução contratual de 94,6%, com cerca de 473 mil euros executados face aos 500 mil euros de financiamento aprovado.
No Rossio de São Brás, o maior investimento do conjunto, com 4,1 milhões de euros de financiamento aprovado, a taxa de execução contratual final é de 90,8%, correspondendo a cerca de 3,72 milhões de euros executados.
Já o Arquivo Fotográfico Municipal e o Convento dos Remédios, que representavam em conjunto 970 mil euros de financiamento aprovado, não tiveram qualquer execução.
A razão, indica a autarquia, está no facto de os concursos terem ficado desertos, «apesar do empenho e do esforço desenvolvido pelo executivo municipal e pelas equipas técnicas envolvidas na preparação dos elementos necessários aos procedimentos».
O município sublinha ainda que, aquando da tomada de posse do atual executivo, «não estava garantido qualquer financiamento» e «não havia maturidade nos projetos candidatados».










