Fábrica de baterias de lítio avança em Sines e vai criar 1800 postos de trabalho

O projeto de uma fábrica de baterias de lítio que a empresa chinesa CALB está a desenvolver em Sines, com um investimento estimado em cerca de 2.060 milhões de euros e a criação de aproximadamente 1.800 postos de trabalho diretos, deu mais um passo no processo de instalação.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo anunciou ter entregado, na segunda-feira, o título digital de instalação ao administrador da CALB Europe, Tao Wu, relativo à fábrica de baterias de lítio em Sines, o que autoriza o avanço deste projeto industrial.

A emissão deste título digital representa “um passo relevante no desenvolvimento” deste projeto, considerado estruturante para o Alentejo e reforça igualmente “o posicionamento de Sines e de Portugal nas cadeias de valor estratégicas associadas à mobilidade elétrica e às tecnologias de energia limpa”, refere fonte da CCDR do Alentejo.

A unidade industrial irá ocupar cerca de 45 de 92 hectares da área total de um lote na Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS), estando prevista a construção de cinco edifícios de produção de elétrodos, células, formação e montagem, embalagem e invólucros.

A CCDR refere que o investimento de dois mil milhões de euros, cujas obras de terraplanagem arrancaram em fevereiro de 2025, “representa uma oportunidade de enorme relevo para o desenvolvimento económico regional e nacional”.

A unidade industrial da fabricante chinesa enquadra-se “no contexto da transição energética, marcada pela substituição gradual dos veículos com motor de combustão interna por veículos elétricos”.

Além do “recurso a tecnologia orientada para a proteção do ambiente e para o cumprimento rigoroso da legislação ambiental aplicável”, aquele organismo sublinhou ainda que a futura unidade aposta em operações “de baixo carbono”.

“O projeto terá também um impacto relevante na economia, destacando-se um investimento estimado em cerca de 2.060 milhões de euros e a criação de aproximadamente 1.800 postos de trabalho diretos”, conclui a CCDR do Alentejo.

Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: D.R.

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