Segundo a organização, durante o mês, São Luís transforma-se numa «montra comunitária, aberta e gratuita, de artes, artistas e artesãos».
Financiado com contribuições da comunidade e totalmente organizado por voluntários em estreita ligação com a aldeia, o festival oferece, durante 30 dias, um vasto programa que inclui exposições de artes plásticas e artes visuais, música, performances e workshops.
A programação inclui ainda artesanato, cinema, poesia, tertúlias, dança, teatro, jogos, videodança, fotografia, apresentação de livros, um leilão e uma mostra de produtos locais — «uma programação alargada e eclética que não deixa ninguém de fora», sintetiza a organização.
O festival envolve 25 montras instaladas em diferentes espaços comerciais e devolutos da aldeia, e reúne 45 artistas de 11 nacionalidades, que ali vão expor os seus trabalhos, «transformando São Luís numa festiva galeria de arte a céu aberto durante um mês».
O arranque acontece em dois dias de programação intensa, sábado, dia 1, e domingo, dia 2 de agosto. A cerimónia de abertura está agendada para 17h30, na esquina da Estrada Nacional 120 com a rua do Comércio — um dos eixos centrais da programação.
O festival só é possível, segundo os promotores, «graças ao trabalho e dedicação» de um grupo de voluntários — 11 na organização geral e cerca de 20 na montagem da inauguração —, além de cerca de duas dezenas de organizações, lojas e entidades que apoiam a iniciativa e abrem as portas para receber o festival.
O Montras encerra a 29 de agosto com a tradicional adiafa, «que se faz com música ao vivo e partilha de comida».










