O evento reúne chefs, produtores e visitantes num percurso que cruza sabores, paisagens e experiências, num ambiente informal e contínuo. Segundo fonte da organização, trata-se de «uma experiência pensada para ser vivida sem guião, apenas ao ritmo de cada visitante».
O conceito mantém-se assente na liberdade de circulação e descoberta. «Não existe um percurso definido: cada visitante constrói o seu próprio festival», refere a mesma fonte, sublinhando a lógica de fruição livre entre diferentes pontos da herdade.
Ao longo do dia, duplas de chefs cozinham em vários espaços, com propostas que vão desde pratos preparados em fogo de chão a refeições confecionadas em fornos tradicionais ou cozinhas montadas ao ar livre. A comida é servida de forma contínua, privilegiando a proximidade entre cozinheiros e público.
Entre os nomes confirmados estão chefs como Afonso Dantas, Roberto Barros e Rodrigo Castelo, entre outros, num cartaz que se distribui pelas duas datas e localizações.
Para além da componente gastronómica, o programa inclui provas de vinhos e azeites, passeios pelas herdades e diferentes momentos de animação ao longo do percurso.
Depois da estreia na Torre de Palma [Vaiamonte, Monforte], o festival evolui para um formato mais aberto e dinâmico. Segundo fonte da organização, o Food Love Fest «reúne gastronomia, vinho, produtores, chefs e experiências em diferentes localizações, criando um percurso único por sabores, paisagens e pessoas».
Trata-se de uma iniciativa da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, organizada pela Amuse Bouche – Food Storytellers, para pretende promover a gastronomia enquanto experiência cultural e sensorial. A edição deste ano termina a 2 de maio, no Craveiral.
Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: D.R.










