Francisco Figueira invoca «herança pesada» do PS na rede viária do Alentejo

O deputado do PSD eleito por Évora, Francisco Figueira, acusou o PS e o PCP de «gabarolice inconsequente» e de «exigências de má consciência» a propósito da abertura da variante nascente de Évora do IP2, sustentando que a «retórica inconsequente da geringonça não construiu nenhum quilómetro» naquela via.

Em nota de imprensa divulgada este sábado, o deputado e presidente da distrital do PSD começa por assinalar que «a região do Alentejo viveu um momento histórico na última semana, com a abertura à circulação rodoviária da Variante Nascente de Évora do IP2», considerando tratar-se de «mais um compromisso cumprido pelo governo na região».

Segundo Francisco Figueira, o novo troço «impacta diretamente no desvio de grande parte do trânsito regional do centro de Évora, com benefícios imediatos na qualidade de vida urbana na cidade, e constitui mais um passo na conclusão do traçado do IP2, que a região aguarda há décadas».

O deputado descreve a obra como «uma infraestrutura decisiva para a modernização da rede viária do Alentejo Central, com uma extensão de 12,8 km, num investimento global de 54,9 milhões de euros, que demonstra o compromisso do Governo com o desenvolvimento da região».

«No mesmo dia em que as nossas gentes do Alentejo puderam finalmente utilizar mais este troço do IP2, fomos todos surpreendidos pela gabarolice inconsequente do Partido Socialista e pelas exigências de má consciência do PCP», refere.

Francisco Figueira acrescenta que, «em vez de explicarem ao povo do Alentejo a razão pela qual não concluíram o traçado do IP2 (São Manços – Estremoz) nos seus oito anos de governação, vieram invocar a programação administrativa do Plano de Recuperação e Resiliência».

A mesma crítica é dirigida à ligação entre as capitais de distrito do Baixo Alentejo e do Alto Alentejo: «Em vez de explicarem ao povo do Alentejo a razão pela qual Beja e Portalegre continuam sem ligação por autoestrada, apesar dos seus oito anos de governação, vieram invocar a bancarrota socialista, que conduziu à suspensão generalizada de obras públicas e da vida dos portugueses em 2011», lembra.

Para o deputado social-democrata, trata-se de «mais uma herança pesada dos governos do PS que, coligado com o PCP, atinge em cheio a rede viária do Alentejo e penaliza diretamente a vida das nossas gentes».

Francisco Figueira conclui defendendo que «a eficácia da governação exige a responsabilidade própria de quem todos os dias está focado na resolução dos problemas concretos da vida das pessoas, produzindo resultados concretos, e enfrentando com serenidade a retórica inconsequente». E remata: «Mais do que palavras e proclamações: factos e resultados.»

Uma resposta

  1. Teria sido mais útil uma auto estrada entre a premetal e a rotunda na estrada de Reguengos beneficiava o trânsito local e o de fira

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