Francisco José Viegas, de 64 anos, é escritor e editor, tendo sido jornalista no “Jornal de Letras”, “Expresso”, “Semanário” e “Diário de Notícias”, além de diretor da revista “Ler”. Foi ainda, durante um ano, secretário de Estado da Cultura no primeiro Governo PSD/CDS liderado por Pedro Passos Coelho, em 2011, e deputado pelo PSD, eleito pelo círculo de Bragança.
Natural de Pocinho, Vila Nova de Foz Côa, licenciou-se em Estudos Portugueses e foi professor assistente de Linguística na Universidade de Évora, antes de fazer carreira no jornalismo.
O seu primeiro romance, editado em 1989, foi “Crime em Ponta Delgada”. Ao longo de um percurso literário consolidado, recebeu vários galardões, entre os quais, em 2005, o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, por “Longe de Manaus”, e, mais recentemente, os Prémios Fernando Namora e PEN Narrativa 2020.
Até agora, o novo Presidente da República, António José Seguro, fez 18 nomeações para a sua Casa Civil e para a secretaria-geral, mantendo vários nomes que já transitavam da anterior equipa liderada por Marcelo Rebelo de Sousa.
As nomeações foram publicadas a 25 de março em “Diário da República” e têm efeitos retroativos a 9 de março, dia da tomada de posse de António José Seguro como Presidente da República. Nessa ocasião, foi anunciado que a jurista Cláudia Ribeiro seria a nova secretária do Conselho de Estado e assumiria transitoriamente a chefia da Casa Civil, situação que se mantém.
No sábado, em Santarém, em declarações aos jornalistas, António José Seguro desvalorizou o facto de ainda não ter completado a sua Casa Civil, afirmando que a Presidência está a «funcionar bastante bem», e enumerando decisões e iniciativas tomadas nas últimas semanas, desde a tomada de posse.
Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: José Coelho/Lusa/Arquivo













Uma resposta
O Presidente António José Seguro é e sempre foi, desde que o conheci ainda jovem, na Comissão Nacional do PS, um homem muito aberto aos consensos e pouco dado a visões unilaterais.
Aprecio-o porque sempre se fez acreditar nessa forma de atuar e expressar.