«As necessidades de segurança do Tribunal de Ponte de Sor foram reavaliadas este ano, face ao crescimento [populacional] do município e ao consequente aumento de ocorrências nas instalações», esclareceu o Ministério da Justiça, em comunicado.
Na mesma nota, o ministério referiu que, «em articulação com o Tribunal Judicial da Comarca de Portalegre, integrou o tribunal [de Ponte de Sor] no contrato nacional de vigilância e segurança humana dos tribunais».
«Assim, desde março de 2026, o edifício passou a contar com segurança permanente no local», disse, ressalvando que esta medida «não existia anteriormente».
E, «com essa base assegurada», a tutela revelou que estão agora a ser lançados «os procedimentos para instalação de um pórtico de segurança», equipamento que, «por razões operacionais, só faz sentido onde existe vigilância humana permanente».
Em paralelo, de acordo com o Ministério da Justiça, «decorrem também os procedimentos para reativação de celas no edifício, infraestrutura que o tribunal já teve no passado e que foi indevidamente desativada».
Os esclarecimentos do Ministério da Justiça surgem na sequência da fuga, na quarta-feira, de um arguido detido, de 37 anos, do Tribunal de Ponte de Sor, onde se encontrava para ser interrogado.












