A Fundação apresenta a pulseira como “símbolo visível de um compromisso ativo com quem vive em maior vulnerabilidade – crianças, pessoas idosas, pessoas com deficiência e famílias em situação de fragilidade social”.
O objetivo é garantir apoio direto aos projetos sociais da Fundação, contribuindo para respostas que promovem inclusão, autonomia e acompanhamento de proximidade. A campanha, sublinha a instituição, parte de “uma ideia clara: ninguém pode ficar à margem quando falamos de cuidado, proximidade e dignidade”.
O lançamento da iniciativa prolonga-se ao longo do período de Natal, convidando a comunidade a transformar um gesto simples num sinal público de compromisso. Segundo a Fundação, a pulseira pode ser usada, partilhada ou oferecida, tornando-se “um presente simbólico de Natal que recorda, durante todo o ano, a necessidade de construir comunidades mais próximas e inclusivas”.
Numa fase inicial, está disponível nas várias respostas sociais e unidades da instituição, bem como em eventos promovidos pela Fundação e em pontos de venda parceiros que irão aderindo à campanha nas próximas semanas. Cada ponto de venda exibirá materiais próprios, garantindo que a pulseira é facilmente identificável e que o valor de dois euros é apresentado de forma “clara e transparente”.
Fonte da Unitate refere que a estratégia assenta na criação de uma rede alargada de parceiros — instituições, escolas, empresas, comércio local e outros agentes do território — que se queiram tornar ponto de venda oficial . Após a inscrição, cada um recebe “um kit da campanha, com pulseiras e materiais de comunicação”, além de informações sobre a organização das vendas e a entrega dos montantes angariados.
Texto: Alentejo Ilustrado | Fotografia: Unitate/Facebook/D.R.











