A empresa compromete-se a atribuir o apoio de forma a «contribuir financeiramente para o desenvolvimento e apoio social, ambiental, educativo, científico e cultural das comunidades».
«Não é a Câmara que deve fazer as coisas, é dar asas a quem tem as ideias, os meios no terreno e as pessoas para as fazer», afirmou o presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Bruno Gonçalves Pereira, na cerimónia de assinatura. O autarca considerou que as associações prestam «um serviço inestimável ao concelho e à região» e que esse trabalho «é insubstituível».
Bruno Gonçalves Pereira colocou as empresas do mesmo lado: «Vivemos numa zona industrial e também com muitas empresas que fazem naturalmente parte dessa comunidade.» Essas empresas, disse, «são fornecidas da mão de obra dos habitantes» do concelho e proporcionam «uma situação que no seu conjunto é nesta altura quase pleno emprego».
O presidente da autarquia deixou um pedido quanto ao futuro do apoio: «Exortamos a que se mantenha no futuro e, atendendo aos mercados, às possibilidades, se possível, que se amplie.»
A diretora de refinação da Galp, Cristina Cachola, associou o protocolo ao percurso da unidade industrial, que assinalou 48 anos de operação na véspera da assinatura. Trata-se, referiu, de «uma atividade industrial que foi sempre adaptando-se às necessidades do mercado e foi investindo no sentido da sua sustentabilidade».
O valor total dos apoios e a lista de coletividades e associações abrangidas são definidos anualmente pela Galp, de acordo com «os seus mecanismos próprios de orçamentação e regulação internos».










