General Martins Barrento, natural de Estremoz, morreu aos 87 anos

O general António Martins Barrento, antigo chefe do Estado-Maior do Exército e natural de Estremoz, morreu hoje, tendo o Presidente da República destacado a sua "elevada competência e liderança" ao longo de 45 anos de serviço militar.

Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa “relembra a sua exemplar carreira ao serviço operacional do Ultramar, na NATO e ainda na área da História e do pensamento militar”.

“Ao longo de 45 anos de serviço, destaca a sua elevada competência e liderança, e a forma altamente eficaz como atendeu às necessidades de modernização do Exército e do desbloqueamento de carreiras dos militares”, lê-se na nota do chefe de Estado.

O Presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas expressa ainda aos familiares e amigos do general a sua “solidariedade e camaradagem neste momento de pesar”.

António Eduardo Queiroz Martins Barrento nasceu em Estremoz, em 1938, e era licenciado em Ciências Militares, com o Curso de Estado-Maior (1970/73), o Curso Superior de Guerra (Paris, 1978/80) e o Curso Superior de Comando e Direção.

Segundo uma nota biográfica da editora Tribuna da História, foi professor do Instituto de Altos Estudos Militares durante dez anos, onde lecionou várias matérias, nomeadamente História Militar, e professor catedrático convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica de Lisboa.

“Serviu no Ultramar, em Moçambique, Angola e Timor. Como oficial general desempenhou funções na NATO, em Mons, na Bélgica, e foi general chefe do Estado-Maior do Exército de março de 1998 a março de 2001”, lê-se nessa nota biográfica.

Texto: Alentejo Ilustrado/Lusa | Fotografia: Defesa Nacional/D.R.

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