Fonte da GNR indica que a operação visa «garantir a segurança de todos os visitantes e habitantes locais», contando com o empenhamento de diversas valências da força de segurança ao longo dos vários dias do evento.
Além do dispositivo territorial e de trânsito estão também mobilizados militares que integram «a estrutura de investigação criminal, de manutenção da ordem pública, bem como equipas de drone e anti-drone, com o objetivo de reforçar o sentimento de segurança junto da população em geral, no decorrer do evento».
Segundo a mesma fonte, a missão da Guarda Nacional Republicana está orientada para três eixos principais de atuação: «garantir a segurança rodoviária e a fluidez do trânsito nos principais eixos de circulação e acessos à vila de Campo Maior»; «prevenir a prática de ilícitos criminais e alterações da ordem pública»; e «assegurar um ambiente de tranquilidade, através de uma atuação preventiva, de proximidade e apoio aos visitantes e habitantes locais».
No âmbito da cooperação policial internacional, a GNR acrescenta que o dispositivo de segurança conta também com a colaboração de forças de segurança congéneres, designadamente da Guardia Civil de Espanha e da Gendarmerie Nationale de França, «reforçando a cooperação e o apoio aos inúmeros visitantes estrangeiros que se deslocam às festividades».
A GNR alerta ainda que, durante todo o período do evento, e por razões de segurança, «o espaço aéreo sobre a zona do recinto encontra-se temporariamente interdito, não sendo permitida a realização de voos por aeronaves não tripuladas (UAS), vulgarmente designadas por drones».










