O suspeito tinha sido detido na tarde de terça-feira, 12 de maio, «na sequência de disparos de arma de fogo contra uma viatura e pelo crime de resistência e coação sobre funcionário».
Durante a permanência no tribunal para aplicação das medidas de coação, «o detido, enquanto era conduzido às instalações sanitárias, empurrou deliberadamente os militares que faziam a sua custódia e iniciou uma fuga para o exterior do edifício».
A fuga foi facilitada por um grupo de pessoas que estava no local. De acordo com a GNR, «cerca de duas dezenas de cidadãos que se encontravam no local» «criaram uma barreira física, impedindo o encalce imediato por parte dos militares».
Perante essa impossibilidade, «dois militares efetuaram disparos de advertência para o ar», sem que o suspeito fosse intercetado. O homem «fugiu algemado numa viatura», permanecendo em paradeiro desconhecido.
Ainda segundo fonte da GNR, ao contrário do que chegou a ser avançado inicialmente, «não houve qualquer troca de tiros, os militares da Guarda não foram trancados em nenhuma divisão daquele Tribunal e os pneus da viatura da Guarda no local não foram furados».
A instituição acrescenta ter «montado de imediato um dispositivo de busca, com o objetivo de capturar o detido em fuga, o mais rapidamente possível».












