Em esclarecimentos enviados por escrito à Lusa, o Comando-Geral da GNR indica que, na sequência de «episódios de vómitos, diarreias e náuseas», os 16 guardas provisórios foram encaminhados para o hospital de Portalegre, tendo «todos eles recebido alta hospitalar, sem baixa médica».
De acordo com a GNR, os 16 formandos estão «aptos a continuar» a formação, estando as causas destes sintomas a «ser apuradas» e a ser confirmado se «têm alguma relação ou não» com a desinfestação anteriormente referida.
A GNR recorda que, no seguimento da «ocorrência de percevejos» no Centro de Formação de Portalegre, na passada quinta-feira e sexta-feira de manhã, «foi realizada uma desinfestação» nas instalações do centro de formação.
«Foram escrupulosamente cumpridos todos os prazos de segurança e procedimentos de limpeza indicados pela empresa certificada responsável pela intervenção, antes do regresso dos militares às instalações», esclarece a mesma fonte.
A GNR acrescenta ainda que o Centro de Formação de Portalegre «não efetuou nenhum serviço de desinfestação ou utilização de produtos tóxicos», mas sim serviços de limpeza «profunda e complementares», com utilização «apenas de vapor de água».
Segundo a Guarda, na sequência deste procedimento, foi «mantendo o acompanhamento permanente» das condições de habitabilidade das instalações e do estado de saúde dos formandos, estando «em coordenação» com o Centro Clínico da GNR.
Conforme noticiado pela Alentejo Ilustrados, 16 formandos do Centro de Formação da GNR em Portalegre deram hoje entrada no hospital daquela cidade com «problemas respiratórios e digestivos», indicou fonte da Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Alentejo.










